Quanto Custa um Poço Artesiano de 60 Metros? (Preço 2026)

Poços Artesianos · 02 de novembro de 2026 · Equipe Técnica Aqua Liber

Quanto Custa um Poço Artesiano de 60 Metros? (Preço 2026)

Em faixas didáticas de mercado (2025–2026), um poço de 60 metros custa entre R$ 21 mil e R$ 51 mil sem a bomba. Dá R$ 350 a R$ 850 por metro de poço pronto. Onde o seu terreno cai nessa faixa depende de uma coisa: o que esses 60 metros atravessam.

Quem pesquisa "poço artesiano de 60 metros" costuma ter um orçamento na mão e uma dúvida: vale pagar pelos dez metros a mais em relação a 50? Aqui você vê a conta, a água esperada, a bomba e a energia, e quando 60 metros resolvem.

Última atualização: 2 de novembro de 2026 — Equipe Técnica Aqua Liber (equipe com 15+ anos de experiência, laudos com ART-CREA).

Resumo técnico

  • Faixa didática sem bomba: 60 m ≈ R$ 21–51 mil, contra R$ 18–45 mil para 50 m. Os dez metros a mais custam R$ 3–6 mil, porque só perfuração e revestimento crescem.
  • Quem decide o preço é o terreno: no sedimentar (água nos poros), o tubo vai quase até o fundo; no cristalino (água nas fraturas), só o trecho de solo é revestido.
  • Vazão: não cresce só com o metro. A mediana no cristalino do semiárido brasileiro é de 1 a 2 m³/h.
  • Bomba: é dimensionada pela altura manométrica, não pela profundidade do furo. Energia por m³ ≈ altura ÷ (367 × rendimento).
  • Outorga: é estadual. Em São Paulo, até 15 m³/dia dispensa outorga, mas o cadastro é obrigatório.

Quanto custa um poço artesiano de 60 metros?

Resposta direta: em faixas didáticas de mercado (2025–2026), entre R$ 21 mil e R$ 51 mil sem a bomba, em diâmetro pequeno (4 a 6 polegadas). O piso é o poço em rocha, com pouco tubo; o teto é o poço sedimentar revestido quase por inteiro. Faixa didática, não é proposta nem orçamento.

O perfurador cobra por etapa, e a conta de 60 metros fica assim:

EtapaComo costuma ser cobradaFaixa didática para 60 m
Mobilização e canteiroverba + deslocamento por quilômetroR$ 1,5–4 mil (deslocamento ~R$ 12–15/km)
Perfuraçãopor metro, conforme rocha e diâmetrosedimento R$ 120–250/m (R$ 7,2–15 mil) · rocha R$ 150–280/m (R$ 9–16,8 mil)
Revestimento em PVC geomecânico 4"–6"por metro de tuboR$ 150–290/m: coluna inteira no sedimentar (R$ 9–17,4 mil); só os ~25 m de solo no cristalino (R$ 3,75–7,25 mil)
Filtro e pré-filtropor metro de filtro + por toneladafiltro R$ 165–290/m; pré-filtro R$ 1.250–2.100/t
Cimentação sanitária e laje de proteçãoverbaverba do perfurador (a cimentação é prevista na NBR 12244, norma de construção de poço)
Desenvolvimento (limpeza que libera a vazão)por horaR$ 580–1.050/h
Teste de vazãopor horaR$ 250–760/h
Análise de potabilidadepor amostraR$ 300–600 (básica)

Nota: faixas didáticas de mercado 2025–2026, sem preço fechado de nenhuma empresa; a soma sem bomba fica em R$ 21–51 mil para um poço comum, com teste e limpeza de poucas horas; testes longos (24 horas, exigidos em alguns pedidos de outorga) e desenvolvimento estendido sobem a conta. O pré-filtro é o material granular bem selecionado e lavado, com grãos maiores que as aberturas do filtro, que envolve o filtro e segura a areia fina. O número real sai do memorial da proposta.

Gráfico de duas colunas empilhadas mostrando o orçamento de um poço de 60 metros sem bomba: cenário de piso, cerca de R$ 21 mil, e de teto, cerca de R$ 51 mil, divididos em perfuração, revestimento com filtro e itens que não encolhem (faixa didática, desenho ilustrativo)

Os R$ 350 a R$ 850 por metro citados no início são só a divisão do poço pronto pelos 60 metros. Não confunda com o preço da broca (R$ 120 a R$ 280 por metro), cerca de um terço do total. O guia do valor de perfuração por metro mostra como comparar propostas sem errar de número.

Poço artesiano ou semi-artesiano de 60 metros: muda o preço?

Resposta direta: não muda. "Semi-artesiano" e "artesiano" de 60 metros são nomes de mercado para o mesmo poço tubular, que quase sempre precisa de bomba. Tecnicamente, artesiano é o poço em aquífero confinado cuja água sobe por pressão, e só é jorrante se chegar à superfície. O preço depende da geologia, não do nome.

O Serviço Geológico do Brasil reconhece que não há padronização nacional desses termos: o artesiano é jorrante quando o nível da água alcança a superfície e não jorrante quando fica abaixo (Vasconcelos, SGB/CPRM, 2016, acesso 2026-10-26). Aos 60 metros, a água quase nunca jorra. Se o orçamento diferencia os dois só pelo nome, peça o memorial.

O que muda de 50 para 60 metros, e de 60 para 100?

Resposta direta: de 50 para 60 metros, o piso sobe R$ 3 mil e o teto, R$ 6 mil. De 60 para 100 metros, o piso sobe R$ 14 mil e o teto, R$ 34 mil. O degrau de 10 metros é pequeno; o salto vem ao se aproximar do dobro da profundidade, porque o metro encarece a cada trecho.

ProfundidadeFaixa didática sem bombaDiferença para o degrau anterior
40 mR$ 15–39 mil
50 mR$ 18–45 mil+R$ 3 mil no piso · +R$ 6 mil no teto
60 mR$ 21–51 mil+R$ 3 mil no piso · +R$ 6 mil no teto
100 mR$ 35–85 mil+R$ 14 mil no piso · +R$ 34 mil no teto
150 m (Sudeste, 2026)R$ 52–127,5 miloutra classe de sonda e de custo por metro

Nota: faixas didáticas já publicadas nos nossos guias, sem bomba. A linha de 150 m usa outra classe de sonda e não se compara diretamente com as demais. Aos 100 m, o cristalino tende ao piso e o sedimentar, ao teto.

A conta do poço de 50 metros é parecida, só que escalada. O ponto novo aos 60 metros é outro: dez metros a mais só valem a pena se atravessarem camada que produz. Em rocha fraturada da Carolina do Norte, o Serviço Geológico dos EUA analisou mais de 7.500 poços e concluiu que, em geral, a vazão subiu com a profundidade até cerca de 200 pés (61 metros) e depois passou a cair (USGS, Antolino & Gurley, 2022, acesso 2026-10-26). Os 60 metros deste guia caem em cima desse ponto. É dado de outro país: ordem de grandeza, não regra para o seu terreno. Para decidir se vale ir além, veja qual a profundidade ideal de um poço e o guia do poço de 100 metros.

O que 60 metros atravessam: sedimentar ou cristalino?

Resposta direta: no sedimentar, 60 metros costumam cruzar solo, areia e arenito e entrar na zona saturada, onde a água está nos poros. No cristalino, os primeiros metros são solo e rocha alterada; abaixo vem a rocha sã, onde a água só circula nas fraturas. Mesma profundidade, poços e preços muito diferentes.

Corte ilustrativo comparando dois poços de 60 metros: à esquerda, terreno sedimentar com tubo azul quase na coluna toda e filtro na zona saturada; à direita, terreno cristalino com revestimento só no solo e na rocha alterada, furo aberto na rocha cruzando uma fratura com água, e um segundo poço ao lado, sem fratura, seco

No sedimentar, a água ocupa os poros entre os grãos, e os pacotes costumam ser espessos. No Sistema Aquífero São Paulo, que abastece parte da Região Metropolitana, a espessura saturada varia entre 100 e 250 metros e o comportamento é livre (Bulia & Enzweiler, Águas Subterrâneas/ABAS, 2019, acesso 2026-10-26). No Aquífero Guarani, a porção confinada, sob os basaltos, pode chegar a 400 metros de espessura, e um poço de 60 metros não a alcança. No orçamento, é aqui que o tubo pesa: a coluna quase toda é revestida, com filtro onde há água.

No cristalino (granito, gnaisse), os primeiros metros formam o saprolito, ou manto de alteração: rocha que o clima decompôs, mole e pouco permeável. Num cadastro de 206 poços na Zona da Mata mineira e no noroeste fluminense, esse manto tinha em média 25,26 metros num domínio geológico e 21,42 metros no outro, e nenhum poço tinha menos de 50 metros (Gonçalves, Scudino & Sobreira, Águas Subterrâneas nº 17, 2003, acesso 2026-10-26). As profundidades médias eram de 76 a 86 metros: 60 metros é mais raso que a média dessa região. A literatura aponta saprolito típico de 3 a 30 metros, podendo chegar a 90 em áreas pouco erodidas (Neves, tese UNESP, 2005, citando Davis & Turk, 1964).

Com 60 metros, o furo costuma já ter saído do saprolito, mas não é regra: onde o manto é espesso, ainda pode estar nele. Na rocha, a água está nas fraturas, que tendem a se fechar com a profundidade, pelo peso das rochas de cima (Neves, 2005, citando Banks & Robins, 2002). Por isso dois poços de 60 metros no mesmo terreno podem ter resultados opostos, como mostra o desenho, e por isso o poço do vizinho não garante o seu.

Quanta água dá um poço de 60 metros?

Resposta direta: não há número fixo; a vazão depende da espessura saturada no sedimentar e das fraturas cruzadas no cristalino, e só o teste de bombeamento a mede. Como referência, a mediana dos poços no cristalino do semiárido brasileiro fica entre 1 e 2 m³/h, ou 1.000 a 2.000 litros por hora.

Ela vem do cadastro de poços do Serviço Geológico do Brasil, com distribuição log-normal: muitos poços modestos e poucos muito produtivos (Feitosa & Diniz, SGB, 2010, acesso 2026-10-26). No inventário da Carolina do Norte, a mediana foi de 10 galões por minuto, cerca de 2,3 m³/h, em poços de 265 pés (cerca de 81 metros). Outro país e outro clima: serve de comparação, não de promessa.

Para saber se isso atende à sua demanda, faça a conta. O estudo de Feitosa e Diniz usa 200 litros por pessoa por dia como taxa de referência: um poço de 1 m³/h bombeando 6 horas por dia entrega 6.000 litros, o bastante para cerca de 30 pessoas nessa taxa, mas curto para irrigar. Para irrigação, a conta é outra e exige vazão bem maior.

Qual bomba usar em um poço de 60 metros e quanto ela gasta?

Resposta direta: a bomba não se escolhe pela profundidade do furo, e sim pela altura manométrica: o desnível que a água vence, do nível dinâmico até a caixa, mais as perdas nos tubos. O gasto de energia por metro cúbico é a altura dividida por 367 vezes o rendimento do conjunto. Ela só deve ser definida depois do teste de vazão.

O nível estático é onde a água fica com a bomba desligada; o nível dinâmico, onde ela se estabiliza com a bomba ligada, mais baixo porque o bombeamento rebaixa a água ao redor do furo. A bomba submersa fica abaixo do nível dinâmico, não necessariamente no fundo dos 60 metros.

A conta de energia sai de física básica: elevar 1 m³ (1.000 litros) a 1 metro consome 9,81 quilojoules, e 1 kWh são 3.600 quilojoules, o que dá 1 ÷ 367 kWh por metro de altura. Dividindo pelo rendimento do conjunto, kWh por m³ ≈ altura ÷ (367 × rendimento). Exemplo didático, com rendimento suposto de 50%:

SituaçãoAltura manométricaEnergia por 1.000 litros
Nível dinâmico a 35 m, caixa 10 m acima do solo, 5 m de perdas50 m≈ 0,27 kWh
Nível dinâmico a 50 m, mesma caixa e perdas65 m≈ 0,35 kWh

Nota: números de exemplo para ensinar a conta, não medição de poço real. Multiplique pelos metros cúbicos bombeados por dia e pela tarifa da sua conta de luz.

Ou seja: nível dinâmico mais baixo gasta mais energia a cada litro, mesmo que o furo tenha custado pouco, e a conta do poço não termina na obra. Não trabalhamos aqui com faixa de preço da bomba; peça ao fornecedor a curva da bomba para a vazão medida e a altura calculada. O guia da bomba submersa palito ajuda a comparar as opções.

Poço de 60 metros precisa de outorga?

Resposta direta: todo poço tubular depende de autorização do órgão gestor estadual, e a profundidade não muda isso. Usos pequenos podem ser dispensados de outorga, mas continuam obrigados a cadastro: em São Paulo, extrações de até 15 m³/dia, com cadastro na SP Águas (ex-DAEE). Operar sem autorização é infração administrativa.

A água subterrânea é bem dos estados (Constituição Federal, art. 26, inciso I), e a Lei 9.433/1997 institui a outorga entre os instrumentos de gestão. O limite do uso insignificante é regra de cada estado; em São Paulo, está na Portaria DAEE 1.631/2017 (SP Águas — isenção de outorga, acesso 2026-10-26). O poço de 1 m³/h bombeando 6 horas por dia (6 m³) fica abaixo desse limite; com 15 horas por dia chegaria a 15 m³. O rito completo está no guia de outorga de poço artesiano em SP. Fora de São Paulo, confirme a regra no órgão estadual antes de mobilizar a sonda.

Quando 60 metros resolvem e quando não?

Resposta direta: 60 metros resolvem quando o terreno tem zona saturada nessa profundidade, ou fratura produtiva nas primeiras dezenas de metros de rocha, e a demanda é de casa, chácara ou criação pequena. Não resolvem quando o aquífero que produz está mais fundo ou quando a necessidade é de irrigação.

Situação60 m tende a…O que olhar antes
Casa ou chácara, sedimentar com nível rasoresolverespessura saturada e consumo diário
Criação pequena, cristalino com fratura rasaresolver, se cruzar a fraturaposição da fratura (geofísica)
Irrigação ou demanda altaficar curtovazão necessária × vazão provável
Aquífero produtivo a centenas de metrosnão alcançargeologia regional

Nota: a vazão real só aparece no teste de bombeamento, e o custo real, no memorial descritivo.

O que mais economiza é decidir a profundidade antes de mobilizar a sonda. Em área rural, o Caminhamento Elétrico (eletrorresistividade que mede, ao longo de uma linha de eletrodos, como o subsolo conduz corrente) mapeia a variação lateral — fraturas, contatos, zonas mais úmidas; a SEV (Sondagem Elétrica Vertical) estima a espessura das camadas no ponto escolhido. Interpretadas no modelo conceitual hidrogeológico da área, ajudam a estimar a profundidade provável da zona produtiva e se o ponto é promissor, ou se o ponto certo está em outro lugar. A geofísica reduz o risco de furo seco e de baixa vazão, e a garantia da Aqua Liber é sobre o laudo: se a perfuração divergir do que o estudo apontou, devolvemos o valor da locação, nas condições do contrato.

Em lote urbano ou residencial, as linhas de eletrodos não cabem, e o caminho é o estudo por satélite: indica o ponto no terreno, até onde vale descer e o padrão construtivo sugerido para o perfurador, com decisão final do geólogo. Ele lê a superfície e não mede a profundidade da água.

Perguntas frequentes

Quanto custa um poço artesiano de 60 metros?

Em faixas didáticas de mercado (2025–2026), entre R$ 21 mil e R$ 51 mil sem a bomba. O piso é o poço em rocha, com pouco tubo; o teto, o sedimentar revestido quase por inteiro. O valor real sai do memorial descritivo e depende da geologia do terreno.

Quanto custa um poço semi-artesiano de 60 metros?

O mesmo: R$ 21 a R$ 51 mil sem a bomba, em faixa didática. "Semi-artesiano" é nome de mercado para o poço tubular que não jorra, então o preço não muda pelo nome, e sim pelo terreno, pelo diâmetro, pelo tubo e pelos testes da proposta.

Qual bomba usar em um poço de 60 metros?

Depende da vazão medida no teste e da altura manométrica: nível dinâmico, altura até a caixa e perdas nos tubos. Em geral, é uma bomba submersa de pequeno porte, do tipo palito. Comprar antes do teste de vazão é o erro mais comum: bomba grande demais esgota o poço.

Quantos litros por hora dá um poço de 60 metros?

Não há número fixo. Na mediana do cristalino do semiárido brasileiro, fica entre 1.000 e 2.000 litros por hora, com poços secos e outros bem mais produtivos na mesma estatística. No sedimentar, depende da espessura saturada. Só o teste de bombeamento mede a vazão do seu poço.

Vale pagar por 60 metros em vez de 50?

Custa em torno de R$ 3 a R$ 6 mil a mais, e só compensa se os dez metros extras atravessarem camada que produz. Em rocha fraturada, a água está nas fraturas, e a vazão não cresce só com a profundidade. A geofísica antes da sonda dá base para decidir a profundidade, mas não crava os últimos metros.

Poço de 60 metros precisa de outorga?

Precisa de autorização do órgão gestor estadual, como qualquer poço tubular. Usos pequenos podem ser dispensados de outorga, mas o cadastro continua obrigatório: em São Paulo, até 15 m³/dia, com cadastro na SP Águas. Os limites variam por estado, e operar sem autorização é infração administrativa.

Próximo passo: aprofunde sua decisão

Antes de fechar a profundidade e a bomba, entenda o projeto: o e-book gratuito da Aqua Liber cobre do estudo geofísico à outorga, com um checklist para comparar orçamentos. Baixe o Guia do Projeto de Poço com Segurança Técnica — responda 2 perguntas rápidas e receba o PDF no seu e-mail.

Um aviso importante: este artigo é educativo. As faixas de valores são referências didáticas de mercado (2025–2026) para você entender a ordem de grandeza — não são orçamento nem proposta da Aqua Liber, e o custo real depende da geologia, do diâmetro e do projeto. Regras de outorga variam de estado para estado e devem ser confirmadas no órgão gestor; nenhuma água de poço deve ser considerada potável sem análise laboratorial conforme a Portaria GM/MS 888/2021. Os exemplos de consumo de energia ilustram a conta e não substituem o dimensionamento da bomba. Peça sempre orçamento com memorial descritivo completo.

Sobre a Aqua Liber

A Aqua Liber Geofísica é especializada em locação de poços por geofísica — Caminhamento Elétrico (técnica primária) e SEV (complementar), interpretados dentro do modelo conceitual hidrogeológico de cada área. Fundada em 2021, reúne uma equipe com mais de 15 anos de experiência no setor e centenas de laudos geofísicos emitidos com ART-CREA, atendendo propriedades em vários estados do Brasil, em terrenos sedimentares e cristalinos. Se a perfuração divergir do que o laudo apontou, devolvemos o valor da locação, nas condições do contrato.

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Referências:

· Vasconcelos, M.B. (SGB/CPRM, 2016) — Poços para captação de águas subterrâneas: revisão de conceitos e proposta de nomenclatura (acesso 2026-10-26)

· USGS SIR 2022-5041 (Antolino & Gurley, 2022) — Wake County, NC: vazão, fraturas dominantes e profundidade em rocha fraturada (acesso 2026-10-26)

· Gonçalves, Scudino & Sobreira (2003) — Domínios hidrogeológicos no meio fissural do leste da Zona da Mata-MG e noroeste do RJ, Águas Subterrâneas nº 17 (acesso 2026-10-26)

· Neves (2005) — Hidrogeologia de rochas cristalinas, tese UNESP/Rio Claro (acesso 2026-10-26)

· Feitosa & Diniz (SGB, 2010) — Água subterrânea no cristalino da região semiárida brasileira (acesso 2026-10-26)

· Bulia & Enzweiler (2019) — XIX Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas (sistemas aquíferos de SP) (acesso 2026-10-26)

· SP Águas — Isenção de outorga (Portaria DAEE 1.631/2017) (acesso 2026-10-26)

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