Resumo: em faixas didáticas de mercado (2025–2026), um poço semi-artesiano de 50 metros fica entre R$ 18 mil e R$ 45 mil sem a bomba; um de 60 metros, entre R$ 21 mil e R$ 51 mil. A diferença entre o extremo baixo e o alto não está na broca — está no que esses 50 metros atravessam: areia que pede tubo e filtro do começo ao fim, ou rocha que se sustenta sozinha.
Quem digita "quanto custa um poço semi-artesiano de 50 metros" normalmente já decidiu que quer água própria e precisa de uma ordem de grandeza antes de chamar o perfurador. Este guia dá essa ordem de grandeza — com o que entra na conta, o que muda de 40 para 60 metros e, principalmente, quando 50 metros resolvem e quando viram dinheiro enterrado.
Última atualização: 27 de setembro de 2026 — Equipe Técnica Aqua Liber (equipe com 15+ anos de experiência, laudos com ART-CREA).
Resumo técnico
- Faixa didática sem bomba: 50 m ≈ R$ 18–45 mil · 60 m ≈ R$ 21–51 mil · 40 m ≈ R$ 15–39 mil (2025–2026, sem preço fechado de nenhuma empresa).
- O metro perfurado é só cerca de um terço do investimento: revestimento, filtro, limpeza e teste de vazão pesam tanto quanto a broca.
- Em terreno sedimentar, os 50 metros costumam ser quase todos revestidos — é o cenário mais caro. Em terreno cristalino, o trecho em rocha dispensa tubo — o metro é mais caro, o total tende a ser menor.
- Profundidade não compra água sozinha: em rocha fraturada, estudos do Serviço Geológico dos EUA mostram que a vazão acompanha as fraturas, que ficam concentradas nas primeiras dezenas de metros de rocha.
- "Semi-artesiano" é nome de mercado; tecnicamente é o poço artesiano não jorrante, que precisa de bomba.
Quanto custa um poço semi-artesiano de 50 metros?
Resposta direta: em faixas didáticas de mercado (2025–2026), um poço de 50 metros em diâmetro pequeno (4 a 6 polegadas) fica entre R$ 18 mil e R$ 45 mil sem a bomba. A perfuração responde por R$ 6–14 mil; revestimento e filtro, até R$ 16 mil; o restante são itens que custam quase o mesmo em qualquer profundidade.
As faixas abaixo são referências didáticas, não proposta comercial, e seguem a mesma base usada no nosso guia de quanto custa um poço artesiano de 20 metros — para você comparar as duas profundidades na mesma régua.
| Item | Como costuma ser cobrado | Faixa didática para 50 m |
|---|---|---|
| Mobilização e montagem do canteiro | verba + deslocamento por km | R$ 1,5–4 mil (~R$ 12–15/km) |
| Perfuração (o "R$/m") | por metro, por trecho e diâmetro | sedimento R$ 120–250/m → R$ 6–12,5 mil · rocha rasa R$ 150–280/m → R$ 7,5–14 mil |
| Revestimento PVC geomecânico 4"–6" | por metro | R$ 150–290/m — no sedimentar, quase a coluna inteira; no cristalino, só o trecho de solo e rocha alterada |
| Filtro ranhurado + pré-filtro de seixos | por metro + por tonelada | filtro R$ 165–290/m no trecho que capta · seixos R$ 1.250–2.100/t |
| Revestimento + filtro (total) | até R$ 7,5–16 mil no sedimentar; bem menos no cristalino | |
| Cimentação sanitária + laje de proteção | verba | verba do perfurador (proteção exigida pela NBR 12.244) |
| Desenvolvimento (limpeza que libera a vazão) | por hora de compressor/bomba | R$ 580–1.050/h |
| Teste de vazão | por hora | R$ 250–760/h |
| Análise de potabilidade (Portaria GM/MS 888/2021) | por amostra | R$ 300–600 (básica) |
| Bomba, quadro e tubulação | por porte | à parte — dimensionada pelo teste de vazão |
Nota: faixas didáticas de mercado 2025–2026, sem preço fechado de nenhuma empresa. Somando obra, materiais, limpeza, teste e análise, sem a bomba, a ordem de grandeza é R$ 18–45 mil. O número real sai do memorial descritivo do orçamento — veja como montar um orçamento de poço sem surpresas.

E um poço de 40 ou de 60 metros?
Resposta direta: de 40 para 60 metros a conta sobe pouco — cerca de R$ 6 mil no piso e R$ 12 mil no teto —, porque mobilização, teste, análise e bomba não crescem com a profundidade. O que escala é perfuração e revestimento. A pergunta que decide não é "quanto custa cada metro", e sim "o que esses metros atravessam".
| Profundidade | Perfuração (didático) | Revestimento + filtro | Itens que não encolhem | Ordem de grandeza sem bomba |
|---|---|---|---|---|
| 20 m (tubular raso) | R$ 2,4–5,6 mil | R$ 3–7,5 mil | R$ 4–15 mil | ≈ R$ 10–28 mil |
| 40 m | R$ 4,8–11,2 mil | R$ 6–13 mil | R$ 4–15 mil | ≈ R$ 15–39 mil |
| 50 m | R$ 6–14 mil | R$ 7,5–16 mil | R$ 4–15 mil | ≈ R$ 18–45 mil |
| 60 m | R$ 7–17 mil | R$ 9,5–19 mil | R$ 4–15 mil | ≈ R$ 21–51 mil |
| 150 m (profundo, Sudeste 2026) | R$ 350–850/m | incluído | incluído | R$ 52–127,5 mil |
Nota: a linha de 150 m usa as faixas canônicas de 2026 para o Sudeste e outra classe de sonda — não misture as escalas de R$/m. E atenção à inversão que quase nenhum orçamento explica: no terreno cristalino o metro é mais caro (martelo pneumático, ar comprimido), mas o total tende a ser menor, porque a rocha sustenta a parede do furo e dispensa tubo no trecho em rocha. No sedimentar o metro é barato, mas o revestimento vira o maior item — é por isso que dois poços de 50 metros podem custar R$ 20 mil e R$ 45 mil. A lógica completa está na tabela de custos do poço artesiano em 2026 e no guia do valor de perfuração por metro.
"Semi-artesiano" de 50 metros: o que o nome quer dizer
Resposta direta: "semi-artesiano" é nome de mercado. Tecnicamente, artesiano é o poço em aquífero confinado cuja água sobe sozinha acima do terreno (jorrante); o "semi" é o artesiano não jorrante: a pressão faz a água subir dentro do tubo, mas não até a superfície — por isso ele precisa de bomba.
O Serviço Geológico do Brasil reconhece que não há padronização nacional desses nomes (Vasconcelos, SGB, 2016), e o Serviço Geológico dos EUA usa a mesma divisão: poço artesiano jorrante quando o nível da água fica acima do terreno, não jorrante quando fica abaixo (USGS — Artesian water and artesian wells, acesso 2026-09-27). No dia a dia, porém, o mercado chama de "semi-artesiano" praticamente qualquer poço tubular que não jorra — inclusive os de 40 a 60 metros deste guia. O nome não muda o preço; o que muda é a geologia. A comparação completa está em poço semi-artesiano vs. artesiano: preço e vantagens.
O que 50 metros atravessam: sedimentar × cristalino
Resposta direta: no terreno sedimentar, 50 metros atravessam camadas de areia e arenito e podem chegar à zona saturada — a água está nos poros. No terreno cristalino, os primeiros metros são solo e rocha alterada; abaixo vem a rocha sã, onde a água só circula nas fraturas. Mesmo número, poços completamente diferentes.
Terreno sedimentar: quantos metros de areia saturada você alcança
No sedimentar, a água ocupa os poros da areia e do arenito — e os pacotes costumam ser espessos. No Sistema Aquífero São Paulo, que abastece parte da Região Metropolitana, a espessura saturada varia entre 100 e 250 metros, com comportamento livre (Bulia & Enzweiler, Águas Subterrâneas/ABAS, 2019, com base em DAEE/IG/IPT/CPRM; acesso 2026-09-27). Ou seja: 50 a 60 metros captam só a parte de cima do pacote — o que pode bastar para uma casa ou chácara e não bastar para irrigar. Em outros sistemas, a camada produtiva está bem mais funda: a porção livre do Aquífero Guarani não passa de 100 metros de espessura, mas a porção confinada, sob os basaltos, pode chegar a 400 metros (mesma fonte) — e um poço de 50 metros não a alcança.
É no sedimentar que o orçamento pesa: a coluna quase inteira precisa de tubo, com filtro no trecho que capta e pré-filtro em volta. O metro de broca é barato; o que encarece é o que vai dentro do furo.
Terreno cristalino: 50 metros podem ser a primeira fratura — ou só rocha maciça
No cristalino (granito, gnaisse), os primeiros metros são solo e rocha decomposta — o saprolito, também chamado manto de alteração. Num cadastro de 206 poços no cristalino da Zona da Mata mineira e do noroeste fluminense, esse manto tinha cerca de 25 metros de espessura em média; nos dois domínios analisados, nenhum poço tinha menos de 50 metros, e a maioria ficava entre 50 e 90 (Gonçalves, Scudino & Sobreira, Águas Subterrâneas nº 17, 2003, acesso 2026-09-27). A literatura aponta espessuras mais típicas entre 3 e 30 metros, mas em áreas pouco erodidas a rocha alterada pode descer até 90 metros (Neves, tese UNESP, 2005, citando Davis & Turk, 1964).
Traduzindo: com 50 a 60 metros, o furo em geral já atravessou o saprolito e entrou na rocha — onde só as fraturas dão água. Se cruzar uma fratura aberta e conectada, o poço produz; se passar ao lado dela, pode sair seco com os mesmos 50 metros. É por isso que o poço do vizinho não garante o seu.
Os dados internacionais contam a mesma história. Num inventário de mais de 7.500 poços em rocha cristalina fraturada da Carolina do Norte, o Serviço Geológico dos EUA registrou que "em geral, a vazão do poço aumentou com a profundidade até cerca de 200 pés [61 metros] e depois começou a diminuir" (USGS SIR 2022-5041, acesso 2026-09-27). Em aquíferos de rocha fraturada da Virgínia Ocidental, 81% e 72% das fraturas que produzem água ficam acima de 215 pés — cerca de 65 metros — nas duas regiões estudadas (USGS SIR 2025-5044, acesso 2026-09-27). Não são números para copiar no seu terreno — são a prova de que, em rocha, a água mora na fratura, não no metro.
Quanta água dá um poço de 50 metros?
Resposta direta: não existe número fixo — a vazão depende da espessura saturada no sedimentar e das fraturas interceptadas no cristalino, e só o teste de bombeamento a mede. No cristalino, as estatísticas de cadastro de poços do Serviço Geológico do Brasil mostram vazões com distribuição log-normal e mediana entre 1 e 2 m³/h no semiárido (Feitosa & Diniz, SGB, 2010, acesso 2026-09-27) — 1.000 a 2.000 litros por hora, com poços secos e poços bem mais produtivos escondidos na mesma estatística. No sedimentar, a vazão acompanha a espessura saturada que o poço capta e a permeabilidade da camada. Para ter ordem de grandeza: 1 m³/h enche uma caixa de 1.000 litros em uma hora — bom para uma casa, curto para irrigar.
Para saber se essa vazão atende a sua demanda — casa, criação ou irrigação —, faça a conta do consumo antes de escolher a profundidade: o passo a passo está em quantos m³/h de poço eu preciso.
A bomba de um poço de 50 a 60 metros
Resposta direta: a bomba entra à parte no orçamento e só deve ser escolhida depois do teste de vazão, que mede quanto o poço entrega e até onde o nível desce. Para 50–60 metros, o padrão é bomba submersa de pequeno porte (tipo "palito"), com cabo, quadro e tubulação dimensionados para essa altura.

Comprar a bomba antes do teste é o erro mais comum: bomba grande demais rebaixa o nível além do que o poço sustenta e trabalha em ciclos curtos; pequena demais desperdiça o poço. O que pesa na escolha é a vazão medida e a altura total que a água precisa vencer — do nível dinâmico até a caixa. O guia da bomba submersa palito mostra como dimensionar.
Poço de 50 metros precisa de outorga?
Resposta direta: todo poço tubular depende de autorização do órgão gestor estadual, e a profundidade não muda isso. Usos pequenos podem ser dispensados de outorga, mas continuam obrigados ao cadastro: em São Paulo, até 15 m³/dia, com cadastro na SP Águas. Perfurar ou operar sem autorização é infração administrativa.
O limite do uso insignificante varia de estado para estado, e o rito — licença de execução antes de perfurar, outorga ou dispensa depois — está detalhado no guia de outorga de poço artesiano em SP. Fora de São Paulo, confirme a regra no órgão estadual antes de mobilizar a sonda.
Quando 50 metros resolvem — e quando não
Resposta direta: 50 a 60 metros resolvem quando o terreno é sedimentar com zona saturada espessa nessa faixa, ou cristalino com fratura produtiva nas primeiras dezenas de metros de rocha — e quando a demanda é de casa, chácara ou criação pequena. Não resolvem quando o aquífero produtivo está mais fundo ou quando você precisa de vazão firme para irrigar.
| Situação | 50–60 m tende a… | O que olhar antes |
|---|---|---|
| Casa ou chácara, sedimentar com nível raso | resolver | espessura saturada, distância de fossa |
| Criação pequena, cristalino com fratura rasa | resolver, se cruzar a fratura | posição da fratura (geofísica) |
| Irrigação ou demanda alta | ficar curto | vazão necessária × vazão provável |
| Aquífero produtivo profundo (ex.: confinado a centenas de metros) | não alcançar | geologia regional |
| Terreno onde o vizinho perfurou e não deu água | repetir o erro | por que o poço do vizinho não garante o seu |
Nota: a vazão real só aparece no teste de bombeamento, e o custo real, no memorial descritivo.
O caminho que mais economiza é decidir a profundidade antes de mobilizar a sonda. O Caminhamento Elétrico (eletrorresistividade 2D, que mede como o subsolo conduz corrente ao longo de uma linha) mostra a espessura do solo e da rocha alterada, a posição das fraturas e a zona saturada do sedimentar; a SEV (Sondagem Elétrica Vertical) detalha a coluna no ponto escolhido. Interpretadas dentro do modelo conceitual hidrogeológico da área, elas dizem se 50 metros bastam, se 60 fazem diferença ou se o ponto certo está em outro lugar do terreno.

- "Cinquenta metros no lugar errado custam o mesmo que cinquenta metros no lugar certo. A diferença é que um vira água e o outro vira um furo para tampar." — Equipe Técnica Aqua Liber
A geofísica reduz o risco de furo seco e de baixa vazão — não elimina. Na Aqua Liber, a garantia é sobre o laudo: se a perfuração divergir do que o estudo apontou, devolvemos o valor da locação. O método completo está no guia de locação de poço artesiano; se você já perfurou e não deu certo, comece por perfurei o poço e não saiu água.
Perguntas frequentes
Quanto custa um poço semi-artesiano de 50 metros?
Em faixas didáticas de mercado (2025–2026), entre R$ 18 mil e R$ 45 mil sem a bomba, para diâmetro pequeno (4 a 6 polegadas). A perfuração responde por R$ 6–14 mil; revestimento e filtro, até R$ 16 mil no terreno sedimentar; o resto são mobilização, limpeza, teste de vazão e análise. O valor real depende da geologia e sai do memorial descritivo do orçamento.
Quanto custa um poço artesiano de 60 metros?
Em faixas didáticas de mercado (2025–2026), entre R$ 21 mil e R$ 51 mil sem a bomba. Em relação a 50 metros, a diferença fica em torno de R$ 3–6 mil, porque só perfuração e revestimento crescem; mobilização, teste e análise custam praticamente o mesmo. Dez metros a mais só valem se atravessarem camada produtiva.
Poço de 50 metros é artesiano ou semi-artesiano?
Depende do aquífero, não da profundidade. Tecnicamente, artesiano é o poço em aquífero confinado cuja água jorra acima do terreno; se a pressão não leva a água até a superfície, é artesiano não jorrante — o "semi-artesiano" do mercado. Na prática, quase todo poço de 50 metros precisa de bomba.
Quantos litros por hora dá um poço de 50 metros?
Não existe número fixo: a vazão depende da espessura saturada no sedimentar e das fraturas cruzadas no cristalino, e só o teste de bombeamento a mede. No cristalino do semiárido, a mediana registrada pelo Serviço Geológico do Brasil fica entre 1 e 2 m³/h (1.000 a 2.000 litros por hora), com poços secos e poços bem mais produtivos na mesma distribuição. No sedimentar, depende da espessura saturada captada.
Poço de 50 metros seca?
Pode perder vazão na estiagem, especialmente se capta o aquífero livre, cujo nível sobe com a chuva e desce na seca. Poços que captam camada confinada ou fratura bem conectada tendem a ser mais estáveis. O teste de bombeamento feito na seca e a medição periódica do nível são a forma de saber.
Qual bomba usar num poço de 50 metros?
Em geral, bomba submersa de pequeno porte (tipo palito), mas a escolha depende da vazão medida no teste e da altura total que a água vence — do nível dinâmico até a caixa. Comprar a bomba antes do teste é o erro mais comum: grande demais, esgota o poço; pequena demais, desperdiça a vazão.
Poço de 50 metros precisa de outorga?
Precisa de autorização do órgão gestor estadual, como qualquer poço tubular. Usos pequenos podem ser dispensados de outorga, mas o cadastro continua obrigatório: em São Paulo, até 15 m³/dia, com cadastro na SP Águas. Os limites variam por estado; operar sem autorização é infração administrativa.
Vale mais a pena 50 metros ou ir para 100?
Vale a profundidade que alcança a água do seu terreno — nem mais, nem menos. Em rocha fraturada, a vazão acompanha as fraturas, que se concentram nas primeiras dezenas de metros de rocha; perfurar muito além pode só encarecer. Em sedimentar, o que conta é a espessura saturada. A geofísica antes da sonda responde essa pergunta com dado.
Próximo passo: aprofunde sua decisão
Antes de fechar a profundidade, entenda o projeto inteiro: o e-book gratuito da Aqua Liber cobre do estudo geofísico à outorga, com um checklist para comparar orçamentos. Baixe o Guia do Projeto de Poço com Segurança Técnica — responda 2 perguntas rápidas e receba o PDF no seu e-mail.
Um aviso importante: este artigo é educativo. As faixas de valores são referências didáticas de mercado (2025–2026) para você entender a ordem de grandeza — não são orçamento nem proposta da Aqua Liber, e o custo real depende da geologia, do diâmetro e do projeto. Regras de outorga variam de estado para estado e devem ser confirmadas no órgão gestor; nenhuma água de poço deve ser considerada potável sem análise laboratorial conforme a Portaria GM/MS 888/2021. Peça sempre orçamento com memorial descritivo completo.
Sobre a Aqua Liber
A Aqua Liber Geofísica é especializada em locação de poços por geofísica — Caminhamento Elétrico (técnica primária) e SEV (complementar), interpretados dentro do modelo conceitual hidrogeológico de cada área. Fundada em 2021, reúne uma equipe com mais de 15 anos de experiência no setor e centenas de laudos geofísicos emitidos com ART-CREA, atendendo propriedades em vários estados do Brasil, em terrenos sedimentares e cristalinos. Se o estudo geofísico divergir da realidade encontrada na perfuração, o valor da locação é devolvido.
Pronto para investir com previsibilidade?
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Referências:
· Vasconcelos, M.B. (SGB/CPRM, 2016) — Poços para captação de águas subterrâneas: revisão de conceitos e proposta de nomenclatura (acesso 2026-09-27)
· USGS — Artesian water and artesian wells (acesso 2026-09-27)
· USGS SIR 2022-5041 — Wake County, NC: vazão × profundidade em rocha cristalina fraturada (acesso 2026-09-27)
· USGS SIR 2025-5044 — West Virginia: fraturas produtoras de água × profundidade (acesso 2026-09-27)
· Gonçalves, Scudino & Sobreira (2003) — Domínios hidrogeológicos no meio fissural do leste da Zona da Mata-MG e noroeste do RJ, Águas Subterrâneas nº 17 (acesso 2026-09-27)
· Neves (2005) — Hidrogeologia de rochas cristalinas, tese UNESP/Rio Claro, cap. 5 (acesso 2026-09-27)
· Feitosa & Diniz (SGB, 2010) — Água subterrânea no cristalino da região semiárida brasileira (acesso 2026-09-27)
· Bulia & Enzweiler (2019) — XIX Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas (sistemas aquíferos de SP) (acesso 2026-09-27)