O volume útil do tanque é a vazão do sistema de irrigação menos a vazão dos poços, multiplicada pelas horas em que o sistema fica ligado. Num pivô de 50 hectares abastecido por poços que entregam 150 m³/h, com o pivô ligado 12 horas por dia, a conta dá 1.500 m³. O tanque nunca cria água: o dia inteiro precisa caber no que os poços entregam.
Quem pesquisa "quantos m³ de reservatório para irrigar" costuma ter um poço (ou o projeto dele) e uma máquina que consome muito em poucas horas. Este guia faz a conta passo a passo, com exemplos hipotéticos de pivô, gotejamento e rebanho, só para irrigação e gado em escala.
Última atualização: 2 de novembro de 2026 — Equipe Técnica Aqua Liber (equipe com 15+ anos de experiência, laudos com ART-CREA).
Resumo técnico
- O tanque separa duas vazões: a do poço, constante, e a do sistema, alta e concentrada em poucas horas. Ele "compra horas".
- A conta: volume útil = (vazão do sistema − vazão dos poços) × horas de sistema ligado; ou, equivalente, vazão dos poços × horas em que o sistema fica parado.
- O limite que nenhum tanque vence: o volume do dia não pode passar do que os poços entregam em 24 horas, medido no teste de bombeamento.
- Tipos comuns: escavado com geomembrana (o mais usado em escala), metálico australiano, concreto e caixas para volumes pequenos.
- Onde já funciona: o Extremo Oeste Baiano, maior polo de pivô do país, cresceu com o Aquífero Urucuia e tanques de geomembrana (Embrapa/ANA, 2024).
- Outorga é do poço e estadual; o tanque não a substitui, e, conforme o estado, o próprio tanque pode ter cadastro, outorga ou licença ambiental.
Por que a irrigação com poço precisa de tanque?
Resposta direta: porque o poço entrega vazão constante, 24 horas por dia, e a irrigação consome muita água em poucas horas. O tanque guarda o excesso do poço nas horas paradas e o devolve no pico, permitindo poços menores e a escolha do horário de operação.
O poço é uma fonte lenta e regular; a irrigação é um consumidor rápido. Sem tanque, o poço teria de igualar o pico do sistema, com poços maiores ou mais numerosos. Com tanque, só precisa entregar o volume do dia, o que o guia do poço para pivô central chama de "comprar horas".
O tanque também resolve outros problemas:
- Juntar vários poços num ponto só: a bomba do pivô puxa de um lugar.
- Escolher o horário de operação, inclusive o do benefício tarifário rural.
- Decantar areia antes do gotejamento, que entope com facilidade (veja tratamento de água para irrigação).
- Dar folga na manutenção: se a bomba do poço para, o sistema segue por algumas horas.
Aqui o foco é a irrigação e o gado em escala; para casa, chácara e condomínio, o guia de reservatório para poço artesiano do blog traz a conta doméstica.
Quais são os tipos de tanque para irrigação?
Resposta direta: os quatro tipos mais comuns são o tanque escavado revestido com geomembrana, o tanque metálico australiano, o reservatório de concreto ou alvenaria e as caixas de polietileno ou fibra. Para grandes volumes de irrigação, o escavado com geomembrana é o mais usado; as caixas servem a volumes pequenos.
| Tipo | Onde costuma aparecer | Pontos fortes | Atenção |
|---|---|---|---|
| Escavado com geomembrana (manta de PEAD ou PVC) | Irrigação em escala, pivô, gotejamento | Grande volume sem obra civil pesada | Manta exige instalação cuidadosa, cobertura contra sol e furos, cerca de segurança |
| Metálico australiano (chapa ondulada com revestimento interno) | Propriedades rurais, gado, volumes médios | Montagem rápida, ocupa área menor que a lagoa | Fundação nivelada, corrosão, revestimento interno |
| Concreto ou alvenaria | Volumes médios, perto da casa ou da bomba | Longa vida útil, pode ser elevado | Obra civil, impermeabilização, inspeção de trincas |
| Caixa de polietileno ou fibra | Bebedouros, volumes pequenos, fertirrigação | Instalação rápida, tampa vedada | Volume limitado; não serve a pivô |
Nota: a tabela compara características gerais, sem marcas e sem preços. O custo depende de volume, região, fundação e mão de obra, e por isso este guia não cita valores. Peça orçamento com o volume já calculado.
O tanque escavado com geomembrana é uma cava de taludes inclinados revestida por manta plástica. É o arranjo do maior polo de pivô do país: a Embrapa e a ANA relacionam o crescimento do Extremo Oeste Baiano "à captação de água subterrânea do Aquífero Urucuia e à introdução dos reservatórios para armazenamento de água para irrigação usando os tanques construídos com o uso de lonas de geomembrana" (Guimarães & Landau, Embrapa, 2024, acesso 2026-10-27).
O tanque australiano é metálico, de chapas onduladas com revestimento interno: sobe do chão, não escava, e aparece em propriedades pecuárias e volumes menores. O concreto entra onde a obra civil já existe; as caixas resolvem bebedouro e fertirrigação, não a compensação de um pivô.
Como calcular a capacidade do tanque?
Resposta direta: o volume útil é a vazão do sistema menos a vazão dos poços, vezes as horas em que o sistema fica ligado. Se os poços entregam mais do que o sistema consome, não precisa de tanque grande; se entregam menos do que o dia inteiro exige, nenhum tanque resolve.

Siga estes passos, na ordem:
- 1. Calcule o consumo do dia. Para irrigação, vale a lâmina: 1 mm de água sobre 1 hectare equivale a 10 m³. Lâmina (mm/dia) × área (ha) × 10 = m³ por dia de água útil. Divida pela eficiência de aplicação do sistema para chegar ao volume que sai do tanque: em pivôs avaliados em Minas Gerais, a eficiência média foi de 91% (Toledo, Albuquerque & Souza, Embrapa, 2017, acesso 2026-10-27). A lâmina vem da evapotranspiração da cultura (ETc = ETo × Kc, manual da Embrapa, acesso 2026-10-27).
- 2. Escolha as horas de operação do sistema. Consumo do dia ÷ horas = vazão do sistema em m³/h.
- 3. Pegue a vazão de exploração dos poços e as horas liberadas. É a recomendada a partir do teste de bombeamento, não a do jato da sonda, e costuma vir com folga, horas de descanso e o limite da outorga. O teste de bombeamento mede o que o poço sustenta de verdade. Com vários poços, considere a interferência entre eles e a variação do nível ao longo do ano.
- 4. Confira o dia. Vazão dos poços × horas liberadas por dia precisa ser maior ou igual ao consumo do dia. Se não for, o problema é a água, não o tanque.
- 5. Calcule o volume útil. (Vazão do sistema − vazão dos poços) × horas de sistema ligado.
- 6. Confirme o reenchimento. Vazão dos poços × horas em que o sistema fica parado precisa ser maior ou igual ao volume útil; senão o tanque não volta a encher até o dia seguinte.
- 7. Some as folgas (seção abaixo) e só então desenhe o tanque.
Qual o tamanho do tanque para um pivô de 50 hectares?
Resposta direta: depende de quantas horas o pivô opera. Com 6 mm por dia e 91% de eficiência, o pivô de 50 hectares puxa cerca de 3.300 m³ do tanque por dia. Se opera 20 horas (165 m³/h) e os poços somam 150 m³/h, o tanque útil é de 300 m³; se opera 12 horas (275 m³/h), sobe para 1.500 m³.
O guia do pivô faz a conta da lâmina líquida (150 m³/h em 20 horas); aqui somamos a eficiência de aplicação, porque é o volume bruto que sai do tanque. Pivô central é para grãos e áreas extensas (soja, milho, feijão, algodão, cana). As vazões dos poços são hipóteses para ilustrar a conta, não promessa para nenhum terreno.
| Passo | Cenário A: pivô 20 h/dia | Cenário B: pivô 12 h/dia |
|---|---|---|
| Consumo útil (6 mm × 50 ha × 10) | 3.000 m³ | 3.000 m³ |
| Volume bruto (÷ 0,91 de eficiência) | ≈ 3.300 m³ | ≈ 3.300 m³ |
| Vazão do sistema | 3.300 ÷ 20 = 165 m³/h | 3.300 ÷ 12 = 275 m³/h |
| Poços (hipótese: 3 poços de 50 m³/h, liberados 24 h) | 150 m³/h | 150 m³/h |
| Os poços cobrem o dia? | 150 × 24 = 3.600 m³: sim | 150 × 24 = 3.600 m³: sim |
| Volume útil do tanque | (165 − 150) × 20 = 300 m³ | (275 − 150) × 12 = 1.500 m³ |
| Reenchimento | 150 × 4 h parado = 600 m³: cabe | 150 × 12 h parado = 1.800 m³: cabe |
Nota: conta didática, sem folgas. Poços de 50 m³/h são vazão de aquífero sedimentar produtivo; no cristalino, a vazão por poço costuma ser bem menor e varia de ponto a ponto, e o mesmo pivô pediria mais poços. Se o teste e a outorga liberarem os poços só por 20 horas, refaça a conta com 20 horas: a água do dia cai para 3.000 m³ e já não cobre os 3.300 m³ do pivô. Em projeto real, o volume final ainda soma evaporação, infiltração, borda livre e volume morto.
Repare: o mesmo pivô, com os mesmos poços, pede um tanque cinco vezes maior operando 12 horas em vez de 20. O tanque troca horas de bomba por metros cúbicos de reserva.
E para gotejamento, como fica a conta?
Resposta direta: o método é o mesmo, mas o gotejamento consome menos água por hora e opera por mais tempo, então o tanque tende a ser menor. Num exemplo hipotético de 20 hectares com 4 mm por dia, já somada a eficiência do projeto, o consumo é de 800 m³ diários e um poço de 40 m³/h com tanque de 160 m³ fecha a conta.
Gotejamento serve citros (laranja), tomate industrial, café, algodão, batata e cana; veja poço artesiano para irrigação por gotejamento. Os 20 hectares e os 4 mm/dia (lâmina bruta, já com a eficiência do sistema) são hipóteses didáticas.
- Consumo do dia: 4 mm × 20 ha × 10 = 800 m³.
- Vazão do sistema com 16 horas de irrigação: 800 ÷ 16 = 50 m³/h.
- Poço hipotético de 40 m³/h: 40 × 24 = 960 m³ por dia, acima de 800. O dia fecha.
- Volume útil: (50 − 40) × 16 = 160 m³.
- Reenchimento: 40 × 8 horas paradas = 320 m³, mais que 160. Cabe.
Agora a prova de que o tanque não cria água: com um poço de 25 m³/h, o dia entrega 600 m³ e o sistema pede 800. Faltam 200 m³ por dia, e nenhum tanque resolve; só outro poço ou menos área. Por isso o passo 4 vem antes de qualquer desenho.
No gotejamento, o tanque também decanta: a areia e o ferro que oxida em contato com o ar assentam no fundo, e menos sujeira chega ao filtro. Por isso a saída fica acima do fundo, e é ali que entra o volume morto.
E para dessedentação de rebanho em escala?
Resposta direta: multiplique as cabeças pelo consumo diário de cada uma. A Embrapa Semiárido cita 45 litros por cabeça por dia para bovinos de dois anos. Para 500 cabeças são 22,5 m³ por dia; com 8 horas de bomba, o poço precisa de cerca de 2,8 m³/h, e um tanque de 45 m³ guarda dois dias de consumo mínimo.
A fonte é a Embrapa Semiárido: "a necessidade mínima é de 45 litros/cab/dia ou cerca de 8-9 litros/100 kg de peso vivo, em condições de manejo adequado" (Embrapa Semiárido, Nunes 1998, acesso 2026-10-27). Mais referências no guia de quantos m³/h de poço para irrigar e dar água ao gado.
- Consumo: 500 cabeças × 45 L = 22.500 L, ou 22,5 m³ por dia.
- Vazão do poço: 22,5 m³ ÷ 8 horas de bomba ≈ 2,8 m³/h.
- Reserva: dois dias de consumo (escolha do exemplo, não norma) = 45 m³.
Aqui o tanque é reserva de segurança: se a bomba quebra, o rebanho segue bebendo enquanto o conserto chega. Atenção: 45 litros é o mínimo da Embrapa; em dias quentes e com gado adulto o consumo sobe, e o projeto deve somar folga e considerar mais dias de reserva. Confirme o consumo de projeto com o zootecnista.
Que folgas somar ao volume calculado?
Resposta direta: some quatro folgas ao volume útil: a evaporação do espelho d'água, a infiltração (que a geomembrana reduz), a borda livre acima do nível máximo e o volume morto abaixo da sucção. O projetista define cada uma; este guia não dá percentuais porque não os encontramos em fonte oficial aberta.

- Evaporação. A superfície aberta perde água para o ar, mais no calor, no vento e no ar seco. A conta é lâmina evaporada (mm/dia) × área do espelho (ha) × 10 = m³ por dia, com a lâmina de estação meteorológica oficial.
- Infiltração. Cava sem revestimento perde água no solo; a geomembrana existe para impedir isso, desde que sem furos.
- Borda livre. Altura entre o nível máximo e a borda da cava; protege contra transbordamento. O valor é de projeto.
- Volume morto. É a água abaixo do ponto de sucção da bomba. Não dá para usar: bomba não aspira ar. Fica no fundo também a lama que decanta.
Qual a segurança de um tanque escavado?
Resposta direta: o tanque escavado é risco de afogamento para pessoas e animais, e a manta molhada é escorregadia. Cerca, sinalização e escada ou corda de saída são parte do projeto. Os requisitos variam por estado.
O tanque precisa de licença ou outorga?
Resposta direta: a outorga do poço é estadual e olha o volume captado, que o tanque não muda; a dispensa por volume é regra de cada estado e em geral exige cadastro. Já o tanque pode ter regra própria: conforme o estado e o porte, a acumulação pode exigir cadastro ou outorga, e o tanque escavado, licença ou autorização ambiental. Confirme no órgão gestor de recursos hídricos e no órgão ambiental do seu estado.
A Constituição Federal inclui as águas subterrâneas entre os bens dos estados (art. 26, I), e a Lei 9.433/1997 (art. 12, §1º) dispensa de outorga as captações "consideradas insignificantes", conforme regulamento (Lei 9.433/1997, acesso 2026-10-27). Em São Paulo, o SP Águas (ex-DAEE) dispensa até 15 m³ por dia, com cadastro obrigatório; um pivô de 50 hectares usa 3.000 m³ por dia. Poço sem a regularização exigida é infração administrativa. Veja o guia de outorga de poço para irrigação.
Sobre energia: a Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 (art. 186) prevê desconto na tarifa para irrigantes durante 8h30 por dia, e, com a Portaria Normativa MME nº 137/2026, o produtor escolhe esses horários — seguidos ou em até três intervalos —, fora da faixa das 17h às 21h30, segundo uma distribuidora (Neoenergia, acesso 2026-10-27). O tanque é o que permite o pivô irrigar dentro dessas horas, enquanto os poços seguem enchendo o tanque no resto do dia. Mas concentrar a irrigação em 8h30 pede vazão do sistema e tanque bem maiores que os do exemplo acima: compare o custo do tanque extra com a economia na tarifa. São duas bombas na conta de energia: a do poço, que enche o tanque, e a de recalque, que pressuriza o pivô. As regras mudam por distribuidora; confirme a sua.
Como dimensionar o tanque antes de comprar o pivô?
Resposta direta: comece pelo poço, não pelo tanque: descubra quanta água o subsolo entrega, confirme a vazão sustentável no teste de bombeamento e só então dimensione tanque e sistema. O tamanho do tanque nasce da vazão real do poço.
- 1. Estudo hidrogeológico e geofísica: Caminhamento Elétrico (técnica primária) e SEV (complementar), interpretados no modelo conceitual hidrogeológico da área, reduzem o risco de furo seco e de baixa vazão antes de cavar tanque e comprar pivô.
- 2. Poço e teste de bombeamento. A vazão sustentável define quantos poços serão e o volume do tanque.
- 3. Outorga, com a vazão do teste.
- 4. Projeto de irrigação e do tanque, com a conta deste guia mais as folgas.
No sedimentar, a água ocupa os poros de camadas espessas e a vazão por poço tende a ser maior e mais previsível; no cristalino, está nas fraturas e varia muito de ponto a ponto, e ali costumam ser necessários mais poços. Para o custo geral, veja custo de irrigação por hectare.
Perguntas frequentes
Qual o tamanho do tanque para irrigar?
Depende da vazão do sistema, da vazão dos poços e das horas de operação: volume útil = (vazão do sistema − vazão dos poços) × horas ligado. Num pivô de 50 hectares com 91% de eficiência e poços de 150 m³/h, são 300 m³ com 20 horas de operação e 1.500 m³ com 12 horas.
Um tanque grande resolve um poço de pouca vazão?
Não. O tanque guarda água, não a cria. Se a vazão do poço vezes 24 horas for menor que o consumo do dia, a saída é outro poço ou menos área irrigada.
Tanque de geomembrana ou tanque australiano: qual escolher?
A geomembrana atende grandes volumes, com cava e manta; o australiano é metálico, sobe do chão e costuma servir volumes menores, como os da pecuária. A escolha depende de volume, terreno e projeto.
O tanque muda a outorga do poço?
Não. A outorga do poço é estadual e olha o volume captado, não o tamanho do tanque. O tanque escavado pode ter exigência ambiental própria, que varia por estado e porte; confirme com o órgão ambiental do seu estado.
Preciso cercar o tanque escavado?
Sim, é parte do projeto: o tanque escavado é um risco de afogamento para pessoas e animais, e a manta molhada é escorregadia. Cerca, sinalização e escada ou corda de saída reduzem o risco. Confirme as exigências com o responsável técnico e o órgão do seu estado.
O que vem primeiro: o tanque ou o poço?
O poço. Primeiro o estudo geofísico indica o melhor ponto e a profundidade em que a água é mais provável, reduzindo o risco de furo seco e de baixa vazão; depois o teste de bombeamento mede a vazão sustentável. Só com esse número na mão se dimensiona o tanque e o sistema.
Próximo passo: aprofunde sua decisão
Antes de cavar o tanque, entenda o projeto inteiro do poço: o e-book gratuito da Aqua Liber cobre do estudo geofísico à outorga, com um checklist para comparar orçamentos. Baixe o Guia do Projeto de Poço com Segurança Técnica — responda 2 perguntas rápidas e receba o PDF no seu e-mail.
Um aviso importante: este artigo é educativo. Os exemplos usam números hipotéticos de vazão, área e lâmina, só para mostrar a conta; o dimensionamento definitivo do tanque, da bomba e do sistema deve ser feito por profissional habilitado, a partir do teste de bombeamento do poço e do projeto agronômico. Regras de outorga, de licenciamento ambiental e de tarifa de energia variam por estado e distribuidora e devem ser confirmadas no órgão responsável e na concessionária.
Sobre a Aqua Liber
A Aqua Liber Geofísica é especializada em locação de poços por geofísica — Caminhamento Elétrico (técnica primária) e SEV (complementar), interpretados dentro do modelo conceitual hidrogeológico de cada área. Fundada em 2021, reúne uma equipe com mais de 15 anos de experiência no setor e centenas de laudos geofísicos emitidos com ART-CREA, atendendo propriedades em vários estados do Brasil, em terrenos sedimentares e cristalinos. Se a perfuração divergir do que o laudo apontou, devolvemos o valor da locação, nas condições do contrato.
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Referências:
· Guimarães & Landau (Embrapa Milho e Sorgo, 2024) — Agricultura irrigada por pivôs centrais no Brasil em 2024 (acesso 2026-10-27)
· Toledo, Albuquerque & Souza (Embrapa, 2017) — Eficiência da aplicação da água por pivô central em diferentes regiões de Minas Gerais (acesso 2026-10-27)
· Embrapa Semiárido — necessidade de água de bovinos (45 L/cabeça/dia) (acesso 2026-10-27)
· Embrapa — cálculo da evapotranspiração da cultura (manual, cap. 3) (acesso 2026-10-27)
· Neoenergia — rural, irrigantes e aquicultores (benefício tarifário, Portaria MME nº 137/2026) (acesso 2026-10-27)
· Lei nº 9.433/1997 — Política Nacional de Recursos Hídricos (art. 12) (acesso 2026-10-27)