Resumo: dá para medir o nível da água do poço de dois jeitos. O medidor elétrico de nível é uma sonda que apita ao tocar a água. O sensor submerso registra o nível e manda a leitura para o celular. O relé de nível, comum no quadro da bomba, não mede: ele avisa quando a água atinge o limite e desliga a bomba.
A bomba submersa não avisa que está ficando sem água. O motor é projetado para trabalhar com água passando em volta dele, que o resfria. Quando o nível desce até a bomba, esse resfriamento some.
Medir o nível é o jeito de ver isso chegando antes do prejuízo. Este guia mostra os dois jeitos de medir, o que o relé de nível faz (e o que não faz), o que cada número revela e quando a queda na seca é normal ou sinal de alerta.
Última atualização: 2 de novembro de 2026 — Equipe Técnica Aqua Liber (equipe com 15+ anos de experiência, laudos com ART-CREA).
Resumo técnico
- Medidor elétrico de nível: cabo graduado com sonda que apita na água; precisão de cerca de 3 mm com fita calibrada (USGS).
- Sensor submerso: transdutor de pressão e datalogger registram o nível sozinhos; com telemetria, a leitura chega ao celular.
- Relé de nível (observação): não mede o nível; eletrodos dentro do poço avisam quando a água atinge o limite e o relé desliga a bomba antes de ela rodar a seco.
- Dois números: nível estático (bomba desligada) e nível dinâmico (bomba ligada). A diferença é o rebaixamento.
- Seca: o nível desce na estiagem e volta com a chuva. O alerta é quando ele deixa de voltar.
Como medir o nível da água do poço artesiano?
Resposta direta: há dois jeitos de medir, um manual e um automático. O medidor elétrico de nível é manual: desce-se um cabo graduado até a sonda apitar. O sensor submerso registra o nível o tempo todo e pode mandar a leitura para o celular. O relé de nível, que muita gente confunde com medidor, não mede: ele avisa quando o nível chega ao limite e desliga a bomba.
Cada um responde a uma pergunta diferente: quanto de água tem agora e como o poço se comporta ao longo do ano. O relé responde a outra: se a bomba está protegida.
| Equipamento | O que faz | Quando usar | Limitação |
|---|---|---|---|
| Medidor elétrico de nível (sonda que apita) | Mede a profundidade da água na hora, com a bomba ligada ou desligada | Rotina mensal, conferência na seca, checagem do sensor | Exige alguém no poço; sem tubo-guia, a sonda pode enroscar |
| Sensor submerso (transdutor + datalogger, com ou sem telemetria) | Registra o nível em intervalos programados e monta o gráfico | Poço de gado, irrigação, condomínio ou indústria; poço com histórico de queda | Sofre deriva e precisa ser conferido com a sonda manual |
| Relé de nível com eletrodos (proteção, não medição) | Avisa quando a água atinge o eletrodo de baixo: desliga a bomba e religa quando o nível sobe | Poço com bomba submersa sem outra proteção contra falta de água | Não mede: não diz quanto falta, só que o nível chegou ao limite |
Nota: existem outros dispositivos, como trena de aço, flutuador e linha de ar comprimido. Um texto técnico da Sabesp publicado pela ABAS lembra que "nenhum deles, entretanto, é universal" (Castro, Anjos & Prado, Águas Subterrâneas, acesso 2026-10-10).
Nível estático e nível dinâmico: o que cada número diz sobre o poço
Resposta direta: nível estático é a profundidade da água com o poço parado há um bom tempo. Nível dinâmico é a profundidade com a bomba ligada. A diferença entre os dois é o rebaixamento. Os três são medidos a partir da boca do poço, sempre do mesmo ponto.
As definições seguem o material técnico da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA, Hidrogeologia Geral, acesso 2026-10-10). Para a ANA, o estático é medido quando o poço "não está em bombeamento por um bom período de tempo".
O rebaixamento mostra quanto o poço "sofre" para entregar água. Vazão dividida por rebaixamento dá a capacidade específica: quantos m³/h o poço entrega por metro que o nível desce. Ela é medida pela primeira vez no teste de bombeamento. O teste mede uma vez; a medição de rotina mostra o poço ao longo do ano.
Para a bomba, o número que mais importa é a distância entre o nível dinâmico e o topo da bomba. Se essa margem encolhe a cada seca, a bomba está ficando sem água em volta. É ela que o relé protege e o sensor acompanha.

Jeito 1: o medidor elétrico de nível, a sonda que apita
Resposta direta: é um cabo graduado, enrolado num carretel, com um eletrodo na ponta. Quando a ponta toca a água, o circuito fecha e o aparelho apita ou acende. Lê-se a marca do cabo na boca do poço. Segundo o USGS, uma fita elétrica moderna e calibrada costuma ter precisão de cerca de 3 mm.
No campo, esse medidor tem apelido: muita gente o chama de pio, nome que lembra o apito curto que ele dá quando a ponta toca a água. Pio, medidor elétrico de nível ou fita elétrica: é o mesmo aparelho.
O passo a passo abaixo segue o roteiro do USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos) para a fita elétrica (USGS, GWPD 4, acesso 2026-10-10):
- 1. Teste o aparelho. Mergulhe a ponta num balde com água da torneira e confira se apita ou acende.
- 2. Marque o ponto de referência. Use a borda do tubo de revestimento, marcada com tinta, e meça sempre dali.
- 3. Para o nível estático, desligue a bomba. Espere o nível parar de subir: duas leituras com alguns minutos de intervalo devem dar o mesmo valor.
- 4. Desça a sonda devagar pelo tubo-guia até o sinal. Segure o cabo na altura da marca e leia.
- 5. Repita a leitura. O USGS só aceita a medida quando duas leituras ficam a até cerca de 6 mm uma da outra.
- 6. Anote data, hora, leitura e se a bomba estava ligada ou desligada. Sem isso, duas medições não se comparam.
- 7. Para o nível dinâmico, ligue a bomba e repita depois que o nível estabilizar.
- 8. Desinfete e enxágue a parte do cabo que entrou na água.
A fita elétrica é a indicada para medir com a bomba ligada. Segundo o USGS, ela detecta a água assim que toca a superfície, o que reduz o risco de descer o cabo até a bomba. Com água de condutividade muito baixa, porém, a sonda pode não fechar o circuito.
Com que frequência medir
Uma vez por mês mostra o ciclo das estações; uma vez por ano mostra a tendência de longo prazo. A orientação é do serviço de extensão da Universidade do Arizona (Hix & Artiola, 2020, acesso 2026-10-10).
Em poços de uso constante e de grandes volumes — irrigação, indústria, abastecimento de condomínio —, a recomendação da nossa equipe técnica é a leitura semanal, para acompanhar o aquífero e as condições de operação e de conservação dos equipamentos.
No mínimo, meça no fim da seca e no fim das chuvas. É o calendário previsto na norma de outorga de Minas Gerais, com uma leitura na estiagem e outra no período chuvoso (veja a seção do tubo-guia, mais abaixo).
Jeito 2: sensor submerso que manda o nível para o celular
Resposta direta: é um transdutor de pressão, sensor que mede o peso da coluna de água acima dele, instalado abaixo do nível mais baixo esperado. Um datalogger (registrador eletrônico) grava as leituras em intervalos programados. Com telemetria, que é o envio remoto por rede celular, rádio ou internet, o gráfico chega ao celular.
É o mesmo princípio da rede oficial do país. A RIMAS (Rede Integrada de Monitoramento das Águas Subterrâneas), do Serviço Geológico do Brasil, mantinha "395 estações automáticas" em 410 poços em 2022 (SGB, Relatório RIMAS 2022, acesso 2026-10-10).
A rede usa três tipos de datalogger: dois com sensor de pressão e um com boia e contrapeso. A RIMAS, porém, não é uma rede telemétrica: fora 10 estações na bacia do Rio Verde Grande (MG), os dados são recolhidos em visitas de campo. Registrar é uma coisa; transmitir é outra. O datalogger guarda o histórico, e a telemetria é que faz o dado chegar sem ninguém ir ao poço.
O USGS dá duas regras de instalação (USGS, GWPD 16, acesso 2026-10-10). Instale o sensor num ponto "que não vá secar", abaixo do nível mais baixo esperado. E confira a leitura com a fita manual a cada visita, porque o transdutor sofre deriva e o cabo pode escorregar.
O que o gráfico mostra
Cada vez que a bomba liga, o gráfico desenha um "dente": o nível cai até o dinâmico e volta ao estático quando ela desliga. Ao longo dos meses, a linha dos níveis estáticos mostra a estação. Recuperação cada vez mais lenta é um dos primeiros sinais de que algo mudou.

Quando o sensor compensa
O sensor vale mais onde a falta de água custa caro: gado, irrigação, condomínio, indústria, poço longe da sede ou em rocha fraturada com histórico de queda. Para uma casa de consumo pequeno, medição manual mensal e relé de nível costumam cobrir o essencial.
Observação: o relé de nível não mede — ele avisa e protege a bomba
Resposta direta: o relé de nível não mede o nível da água: ele avisa quando o nível é atingido. É um comando no quadro elétrico ligado a eletrodos que ficam dentro do poço, acima da bomba. Quando a água desce abaixo do eletrodo de baixo, o relé desliga a bomba; quando o nível volta a subir, religa. Por isso ele aparece aqui como observação, e não como um jeito de medir: diz que o limite chegou, não quanto falta.
A bomba precisa dessa proteção porque o motor depende da água para esfriar. O manual de um grande fabricante de motores submersos diz que o motor é projetado para operar com fluxo de água de resfriamento "sobre e ao redor de todo o comprimento do motor". O manual ainda fixa uma velocidade mínima para esse fluxo (Franklin Electric, AIM Manual 2026, p. 8, acesso 2026-10-10; fonte técnica, não endosso).
Um texto técnico publicado pela ABAS liga o nível à queima. Rebaixamento e outras alterações, "se não observados a tempo, poderão causar a queima do equipamento". Num caso extremo, podem "levar a perda do poço" (Pereira, Operação de motobombas, ABAS, acesso 2026-10-10).
Eletrodo no poço ou proteção no quadro
Há dois caminhos, que podem trabalhar juntos. Os eletrodos sentem a presença da água dentro do poço. A proteção por subcarga, no quadro, percebe pela corrente do motor que a bomba perdeu água. O fabricante orienta ajustar esse desligamento para que o fluxo mínimo de resfriamento seja sempre atendido.
A posição dos eletrodos e o ajuste do religamento dependem do poço e da bomba. É trabalho do instalador ou de um eletricista, com o circuito desligado.
Não confunda com a boia da caixa d'água
A boia da caixa comanda o enchimento do reservatório: liga a bomba quando a caixa esvazia e desliga quando enche. O eletrodo do poço impede a bomba de funcionar quando falta água embaixo. Um quadro bem montado usa os dois.
Por que o nível do poço baixa na seca, e quando é sinal de alerta
Resposta direta: o nível sobe quando a chuva recarrega o aquífero e desce na estiagem, quando a recarga diminui e o consumo continua. Essa oscilação é normal. O alerta é o nível que não volta mais ao ponto de antes, seca após seca. O Serviço Geológico do Brasil registra os dois comportamentos na rede oficial.
O relatório da RIMAS descreve a "sazonalidade normal (recargas nos períodos chuvosos seguida de rebaixamentos nos períodos mais secos)". E alerta que "muitos pontos não conseguem recuperar aos níveis iniciais do monitoramento" (SGB, Relatório RIMAS 2022, acesso 2026-10-10).
Uma ordem de grandeza: em 2021, nos 38 poços de monitoramento do aquífero Bauru-Caiuá em SP, GO e MG, a variação anual do nível ficou entre 0,40 m e 5,24 m. Em 34 deles, ficou entre 0,5 m e 3 m (mesmo relatório, Anexo A). São poços rasos, sem bomba. No poço de produção, o rebaixamento do bombeamento se soma a essa oscilação.
A seca também se acumula. Num estudo no Aquífero Guarani aflorante, no interior paulista, os níveis mais baixos do fim de 2006 foram explicados pelo déficit de chuva acumulado nos 18 meses anteriores (Cabrera, Guanabara & Wendland, ABAS, acesso 2026-10-10).
Sedimentar e cristalino reagem diferente
Em aquífero sedimentar, como Bauru e Guarani, a água fica nos poros da rocha e entra no poço ao longo de todo o trecho de filtro. O rebaixamento tende a ser mais distribuído.
Em rocha cristalina fraturada, a água entra por fraturas em profundidades definidas. Num estudo com 174 poços do cristalino de Bagé (RS), as entradas de água mais frequentes ficaram entre 12 e 42 m de profundidade, e algumas apareceram entre 50 e 80 m (Dessart, Reginato & Gallas, 2023, acesso 2026-10-10). Se o nível dinâmico desce abaixo de uma fratura produtiva, a água dela passa a cair em cascata dentro do poço.
Na experiência de campo da nossa equipe, uma armadilha recorrente é o cristalino com fratura rasa: parece bom no mapa e perde água no fim da seca. Por isso, a leitura do fim da estiagem vale mais que a do fim das chuvas.
- "A régua do poço é o próprio histórico dele. O nível do vizinho, ou de um ano chuvoso, não serve de comparação." — Equipe Técnica Aqua Liber
Os 3 sinais que pedem diagnóstico
- Nível estático mais baixo a cada seca, sem voltar ao patamar anterior depois das chuvas.
- Nível dinâmico chegando perto da bomba, com a margem encolhendo de um ano para outro.
- Mesma vazão com rebaixamento maior, ou recuperação mais lenta: sinal de queda da capacidade específica.
Qualquer um dos três pede diagnóstico antes de qualquer obra. O passo a passo está no guia poço secou ou perdeu vazão: tem conserto?. A leitura mensal desses sinais vitais também aparece no vídeo Manutenção de Poço Profundo: a Regra dos 20%.
- "Medir não cria água. Medir mostra a tempo o que está acontecendo, e isso muda a decisão." — Equipe Técnica Aqua Liber
Dá para medir em qualquer poço? O tubo-guia que se pede no projeto
Resposta direta: dá, mas o poço precisa de acesso. O caminho mais seguro é o tubo-guia: um tubo fino, em geral de PVC, preso ao tubo da bomba (o edutor) em toda a extensão, por onde a sonda ou o sensor descem sem enroscar. Ele é instalado quando a bomba é montada ou retirada.
Sem esse tubo, a sonda desce entre o cabo elétrico, a corda de segurança e o edutor, e pode prender no caminho. O serviço de extensão da Universidade do Arizona registra esse risco. E recomenda que o tubo seja instalado pelo profissional que monta a bomba, não pelo dono do poço.
Em alguns estados, esse tubo aparece nas normas de outorga com o nome de "tubulação auxiliar". Em São Paulo, a Portaria DAEE nº 5.578/2018, hoje aplicada pela SP Águas (ex-DAEE), prevê para poços tubulares profundos "tubulação auxiliar de diâmetro interno de no mínimo ¾ polegada". Ela vale nos casos em que a medição é exigida (Portaria DAEE 5.578/2018, acesso 2026-10-10).
Em Minas Gerais, a Portaria IGAM nº 48/2019 pede tubulação auxiliar nos poços tubulares passíveis de outorga. Também prevê medições do nível estático com a periodicidade fixada na outorga, de no máximo seis meses, uma na estiagem e outra no período chuvoso (Portaria IGAM 48/2019, acesso 2026-10-10). As regras variam por estado; confira as condicionantes da sua outorga no órgão gestor.
Vai perfurar? Peça o tubo-guia no projeto, junto com o teste de bombeamento e a profundidade da bomba. Essas escolhas fazem parte do que pedir no projeto do poço antes de perfurar.
Perguntas frequentes
De quanto em quanto tempo devo medir o nível do poço?
Uma medição por mês mostra o ciclo das estações; uma por ano mostra a tendência de longo prazo, segundo orientação de extensão da Universidade do Arizona. Em poços de uso constante e de grandes volumes, a recomendação da nossa equipe técnica é a leitura semanal. No mínimo, meça no fim da seca e no fim das chuvas. Use sempre o mesmo ponto de referência e o mesmo aparelho, e anote se a bomba estava ligada ou desligada.
Dá para medir o nível com a bomba ligada?
Sim. Com a bomba ligada, a leitura é o nível dinâmico. O USGS indica a fita elétrica como a melhor opção nesse caso, porque ela detecta a água assim que toca a superfície. Espere o nível estabilizar depois de ligar a bomba e anote que a leitura foi feita com bombeamento.
O relé de nível evita que o poço seque?
Não. O relé protege a bomba: desliga o motor quando a água desce abaixo do eletrodo e religa quando ela volta. Ele não aumenta a água do poço nem explica por que o nível está caindo. Para isso, é preciso medir o nível ao longo do tempo e, se a queda se confirmar, fazer um diagnóstico.
É normal o nível do poço baixar na seca?
Sim, até certo ponto. O nível desce na estiagem e volta com a recarga das chuvas. Em 2021, na maioria dos poços de monitoramento do aquífero Bauru-Caiuá acompanhados pelo Serviço Geológico do Brasil, a variação anual ficou entre 0,5 m e 3 m. O sinal de alerta é o nível que não volta ao patamar anterior depois das chuvas.
A sonda de medição pode contaminar a água do poço?
O risco existe se o aparelho passar de um poço para outro sem limpeza. Por isso o USGS orienta desinfetar e enxaguar a parte do cabo que entrou na água depois de cada medição. Guarde o medidor limpo e seco e, sempre que possível, use um aparelho dedicado ao seu poço.
Medir o nível do poço é obrigatório?
Depende do estado e da outorga. Em São Paulo, a norma de medição da SP Águas (ex-DAEE) prevê tubulação auxiliar para medir o nível em poços tubulares profundos, quando a medição é exigida. Em Minas Gerais, a norma do IGAM prevê medições do nível estático, com periodicidade fixada na outorga e de no máximo seis meses. Confira as condições da sua outorga no órgão gestor.
Próximo passo: aprofunde sua decisão
Medir bem começa no projeto: profundidade da bomba, teste de bombeamento e acesso para a sonda. O e-book gratuito da Aqua Liber leva do estudo geofísico à outorga, com um checklist do que exigir no contrato. Baixe o Guia do Projeto de Poço com Segurança Técnica e receba o PDF no seu e-mail depois de responder 2 perguntas rápidas.
Um aviso importante: este artigo é educativo e resume boas práticas gerais. A instalação de relé, eletrodos, sensor ou tubo-guia envolve o quadro elétrico e a montagem da bomba e deve ser feita por profissional habilitado. Regras de outorga e suas condicionantes variam de estado para estado e devem ser confirmadas no órgão gestor.
Sobre a Aqua Liber
A Aqua Liber Geofísica é especializada em locação de poços por geofísica: Caminhamento Elétrico (técnica primária) e SEV (complementar), interpretados dentro do modelo conceitual hidrogeológico de cada área. Fundada em 2021, reúne uma equipe com mais de 15 anos de experiência no setor e centenas de laudos geofísicos emitidos com ART-CREA, atendendo propriedades em vários estados do Brasil, em terrenos sedimentares e cristalinos. Se o estudo geofísico divergir da realidade encontrada na perfuração, o valor da locação é devolvido.
Pronto para investir com previsibilidade?
O nível que o seu poço sustenta na seca começa a ser decidido antes da perfuração, na escolha do ponto. A locação geofísica reduz o risco de furo seco e de baixa vazão. Fale com a equipe técnica pelo WhatsApp (11) 94288-3000 ou conheça o serviço de locação de poços.
Referências:
· USGS — Groundwater Technical Procedures, GWPD 4: medição de nível com fita elétrica (Cunningham & Schalk, 2011) (acesso 2026-10-10)
· USGS — Groundwater Technical Procedures, GWPD 16: transdutor de pressão submerso (Cunningham & Schalk, 2011) (acesso 2026-10-10)
· Serviço Geológico do Brasil — RIMAS, Relatório 2022 (acesso 2026-10-10)
· ANA — Hidrogeologia Geral (Oficina Progestão ES, 2019) (acesso 2026-10-10)
· Pereira, G.V. — Operação de motobombas e itens de controle, ABAS (acesso 2026-10-10)
· Franklin Electric — AIM Manual, 60 Hz Submersible Systems, 2026 (fonte técnica, não endosso) (acesso 2026-10-10)
· Hix & Artiola — How To Build Your Own Water Well Sounder, University of Arizona Cooperative Extension (2020) (acesso 2026-10-10)
· Portaria DAEE nº 5.578/2018 (SP) e Portaria IGAM nº 48/2019 (MG) (acesso 2026-10-10)